
A dor lombar, também conhecida como dor nas costas baixa, é uma condição que afeta a região inferior da coluna vertebral. Esta dor pode variar de leve a severa e pode ser aguda (de curta duração) ou crônica (que persiste por mais de três meses). A dor lombar é uma das principais razões para consultas médicas e afastamento do trabalho, afetando pessoas de todas as idades.
Já sentiu dor nas costas? Esse famoso incômodo é conhecido como lombalgia, a dor que afeta a parte inferior da coluna.

Aqui, com Dr. Altair Vargas Junior você poderá entender o que é a lombalgia e quais os sintomas, além de quando se preocupar, quais são as principais causas e as diversas opções de tratamentos.
Confira!Atendimento Humanizado no Tratamento da Lombalgia
Dr. Altair Vargas Junior – Ortopedista
A dor lombar, também conhecida como lombalgia, é uma das queixas mais comuns nos consultórios médicos e pode afetar a qualidade de vida de forma significativa. Cada paciente sente essa dor de forma diferente, por isso, é fundamental que o atendimento vá além de uma simples consulta.
Na clínica do Dr. Altair Vargas Junior, ortopedista , o cuidado com o paciente começa pelo acolhimento. Aqui, cada pessoa é ouvida com atenção, compreendida em suas limitações e respeitada em suas escolhas.
Oferecemos um atendimento humanizado e personalizado, onde o objetivo é entender a origem da dor, o impacto na rotina e as melhores opções de tratamento, sempre priorizando métodos conservadores e não cirúrgicos.
Entre as abordagens utilizadas estão:
- Fisioterapia direcionada
- Medicamentos adequados
- Orientações posturais
- Exercícios de fortalecimento
- Quiropraxia
Nosso compromisso é tratar com empatia e excelência, promovendo a melhora da dor e a recuperação da funcionalidade, sempre com base em evidências médicas atualizadas.
Se você sente dores nas costas com frequência, agende sua avaliação com o Dr. Altair Vargas Junior e descubra como é possível viver melhor, com mais conforto e menos dor.

O que os paciente dizem do Dr. Altair Vargas Junior
Avaliação do Dr. Altair Vargas Junior – Ortopedista



1- O que é lombalgia?
A lombalgia é um termo técnico para descrever a dor na região lombar da coluna vertebral, a região mais baixa das costas, acima das nádegas.


Sua intensidade pode variar de leve a intensa, podendo ser classificada em dor aguda ou crônica, a depender da duração dos sintomas.
Infelizmente, grande parte da população sofre com esse quadro em algum momento da vida. Quando intensa e persistente, essa dor pode afetar significativamente a qualidade de vida, impactando na realização das atividades diárias.
É importante pontuar que a realização pode afetar pessoas de todas as idades e de diferentes profissões.
2- Quais as principais causas de lombalgia?
O quadro é um sintoma que pode ter diferentes causas, importante lembrar que, na maioria dos casos, a dor não está associada a problemas graves, mas deve sempre ser avaliada por um ortopedista para diagnóstico correto sendo a mais comum a lesão muscular que ocorre durante atividades físicas, movimentos bruscos ou levantamento de objetos pesados.



Além disso, outras causas frequentes são:
- Má postura (ao sentar, trabalhar ou dormir)
- Esforço físico excessivo ou movimentos repetitivos
- Sedentarismo e fraqueza muscular
- Hérnia de disco
- Desgaste natural da coluna (como a artrose)
- Escoliose ou outras alterações da curvatura
- Estresse e tensão muscular
- Sobrepeso e obesidade
- Traumas ou quedas
- Fibromialgia
- Tumores vertebrais
- Espondilite Anquilosante
- Espondilolistese

Importante lembrar que, na maioria dos casos, a dor não está associada a problemas graves, mas deve sempre ser avaliada por um ortopedista para diagnóstico correto
A Hernia de disco é uma das causas mais comum de lombalgia, saiba o que é!

3- Relação entre Lombalgia e Hérnia de Disco:
- A hérnia de disco é uma das causas de lombalgia, mas a dor lombar pode ter outras origens, como problemas
- É importante procurar um médico para determinar a causa da dor e receber o tratamento adequado

O termo “hérnia’’ é utilizado para descrever qualquer órgão que se desloca do seu local de origem para outro lugar por uma abertura “anormal”. Entre as vértebras estão os discos intervertebrais, estruturas em forma de anel, que possuem a função de evitar atritos e amortecer impactos.
Com o tempo esses discos se desgastam, o que facilita a formação de hérnias de disco, ou seja, parte deles saem da posição normal e prejudicam o funcionamento da coluna. A dor normalmente aparece quando a hérnia inflama e pressiona a raiz do nervo que passa do seu lado. Se a compressão e inflamação forem muito grandes, pode ocorrer dano na função da raiz nervosa, com perda de sensibilidade e fraqueza em partes do corpo.
Hérnia de Disco:

- Ocorre quando o disco intervertebral, que atua como um amortecedor entre as vértebras, sofre uma ruptura, permitindo que o material gelatinoso interno (núcleo pulposo) extravase e comprima raízes nervosas.
- A hérnia de disco lombar, a mais comum, afeta a região inferior das costas e pode causar dor lombar, dor ciática (que irradia para as pernas), formigamento, dormência e fraqueza muscular.
- A compressão do nervo ciático pode levar à dor intensa, conhecida como, ciatalgia (dor do nervo ciático) que acompanha a dor lombar.
- Em casos graves, pode haver perda de controle da bexiga ou intestino.
- Nem toda hérnia de disco causa sintomas, e muitas pessoas podem ter hérnias sem saber.
- O tratamento pode envolver repouso, fisioterapia, medicamentos e, em alguns poucos casos, cirurgia.
4- Quais são os sintomas associados a lombalgia ?
A lombalgia pode se apresentar como sintoma isolado ou pode vir associada a outros sinais e sintomas.
Além da dor nas costas, pode haver uma dor que desce para os membros inferiores, a dor ciática.

Alguns quadros podem vir acompanhados de sensação de dormência ou formigamento nas pernas e, às vezes, até de alterações na capacidade de realizar alguns movimentos com os membros inferiores.
Outros sintomas que podem surgir é a presença de febre ou alterações na capacidade de fazer, ou controlar, o xixi ou o cocô. Em casos de doenças sistêmicas, pode haver até mesmo uma perda de peso importante não intencional.
Quando a lombalgia é grave?
O quadro pode-se tornar preocupante quando a dor for intensa, atrapalhando a realização de atividades diárias ou quando tiver duração prolongada, tornando-se crônica.
Outros sinais de alerta são dores na coluna lombar acompanhadas de:
- Dormência ou alteração da sensibilidade em membros inferiores;
- Perda da capacidade de movimentar as pernas;
- Perda do controle da bexiga ou do intestino.

Além disso, aquele quadro de lombalgia acompanhado de febre, perda de peso ou em pacientes em tratamento de algum tipo de câncer deve ser melhor investigado.
Por isso, a conscientização é super importante. Ao identificar qualquer um desses sintomas acima relatados ou uma dor persistente e sem melhora, deve-se procurar um Medico Ortopedista especialista.
5- Tipos de Lombalgia
A condição pode ser classificada de acordo com a duração do sintoma em três tipos: aguda, subaguda e crônica.
5.1 Aguda
É considerada aguda a dor lombar que dura até 6 semanas. Geralmente está relacionada a lesões musculares ou hérnias de disco que melhoram espontaneamente.
Pode surgir de repente em contexto de atividade física, movimentos bruscos ou levantamento excessivo de peso.
5.2 Subaguda
A dor subaguda manifesta-se entre 6 a 12 semanas. Nesses casos, é importante investigar problemas que podem necessitar um tratamento mais especializado como as hérnias de disco que não melhoram espontaneamente ou a síndrome facetária.
Os casos do tipo subagudo devem ser adequadamente tratados para evitar que evoluam para quadros de dores crônicas.
5.3 Crônica
A dor que persiste por mais de 12 semanas é considerada crônica, impactando sobremaneira a qualidade de vida e o bem-estar.

Dentro desse grupo, várias causas devem ser investigadas para garantir o tratamento mais adequado, reduzindo o tempo de sofrimento e a restauração da mobilidade e da capacidade de realizar as atividades cotidianas.
6- Como é feito o diagnóstico?
O diagnóstico pode ser feito após uma escuta cuidadosa da história dos sintomas de cada paciente, solicitação e interpretação adequada dos exames complementares como radiografias, tomografias e ressonância magnética da coluna lombar.

Por isso, é indispensável consultar um médico especialista, para receber o diagnóstico adequado e o tratamento recomendado.
O Dr. Altair Vargas Junior possui experiência para realizar o seu diagnóstico, elaborando um plano de tratamento personalizado.
O médico tem papel fundamental no diagnóstico e necessita sobretudo de uma história detalhada da dor, fatores associados e um exame físico meticuloso para um correto diagnóstico. O diagnóstico das lombalgias é, via de regra, clínico. Exames de imagem em geral nem sempre são solicitados em lombalgias agudas, apenas nos casos em que são observados alguns sinais de alerta como febre, perda de peso, déficit neurológico, idade acima de 50 anos e trauma. Quando há persistência da dor por mais 4-6 semanas os exames devem ser solicitados.
7- Quais exames podem ser solicitados para lombalgia ?
7.1- Radiografia
Geralmente é o primeiro exame.



7.2- Tomografia computadorizada,


7.3- Ressonância magnética


7.4- Mielografia

7.5-Eletroneuromiografia

Exames complementares
Todos com indicação criteriosa e embasada em hipótese diagnóstica. Achados anormais em um exame de imagem não necessariamente explicam a causa da dor, ou seja, pessoas sem qualquer sintoma podem apresentar em exames alterações estruturais na coluna que talvez nunca causarão dor ou outros sintomas assim como pessoas com sintomas de dor podem apresentar exames absolutamente normais. Portanto os exames de imagem sempre devem ser analisados caso a caso e correlacionados com as manifestações de cada pessoa individualmente.
8- Quais os tratamentos da lombalgia ?
Há, sim, como tratar a lombalgia. Ninguém deve se acostumar a conviver com dores nas costas, não importa a intensidade ou a duração.
O tratamento pode variar a depender da causa. A boa notícia é que há como aliviar a lombalgia e resolver a grande maioria dos problemas sem necessidade de cirurgias.
O ortopedista especialista em coluna vertebral pode oferecer diversas orientações e opções de tratamentos. O objetivo inicial do tratamento é o alívio da dor.



- Várias medicações incluindo analgésicos, antiinflamatórios, miorrelaxantes, corticóides e opióides, sempre após avaliação do risco-benefício de cada uma delas.
- Repouso, embora recomendado na fase aguda, deve limitar-se a um curto período uma vez que seu prolongamento retarda a recuperação e favorece a cronificação do processo sobretudo por facilitar a perda de força muscular.
- Na lombalgia crônica nenhuma terapia isolada é eficiente. Os mesmos medicamentos da fase aguda podem ser usados e em alguns casos há benefícios importantes com o uso de algumas classes de antidepressivos em baixas doses para controle da dor.
- A reabilitação com exercícios de alongamento e fortalecimento muscular além da reeducação postural são fundamentais para reduzir os sintomas e prevenir o retorno das dores.
- Outras intervenções incluem TENS, acupuntura, terapia cognitivo-comportamental e infiltração.
- Quiropraxia

- Os coletes e cintas só devem ser usados na crise aguda ou quando há instabilidade da coluna. O uso contínuo pode levar à hipotrofia muscular gerando um círculo vicioso de dor.
- Apenas 1 a 2 % dos pacientes necessitam de cirurgia. A necessidade da mudança de hábitos de vida, seja em relação à atividade física, vícios posturais ou atitude passiva em relação à dor deve sempre ser orientada.
O tratamento da lombalgia será mais eficiente se for voltado ao paciente e não à sua lesão ou ao seu exame.
Quando precisa operar a coluna lombar?
Quando os sintomas de dor são persistentes, incapacitantes, não respondem a tratamento clínico fisioterápico ou estão acompanhados de déficits neurológicos, uma cirurgia de lombalgia pode estar indicada.
Como é feita a cirurgia de lombalgia?
Procedimentos percutâneos conhecidos popularmente como infiltrações, ou punções da coluna lombar (radiculotomia, rizotomia, discectomia percutânea), estão indicados em casos menos severos, principalmente onde a lombalgia é o sintoma e o paciente não apresenta compressão de estruturas nervosas ou instabilidade da coluna lombar.

Estes procedimentos são geralmente realizados em ambiente hospitalar por maior segurança; porém pacientes geralmente são submetidos a sedação leve e retornam para casa no mesmo dia do procedimento. O paciente geralmente retorna às suas atividades em poucos dias se há alívio da dor.
Quando nervos da coluna lombar são comprimidos por hérnias de disco ou osteófitos (bicos de papagaio) cirurgias minimamente invasivas através da utilização de pequenas cicatrizes lombares podem ser realizadas através da utilização de microscópio (micro discectomias) ou endoscópio (endoscopia) de coluna. Estes procedimentos são realizados em ambiente hospitalar necessitando de internação geralmente de 1 dia.
Uma das formas de como é feita a cirurgia de lombalgia é em cirurgia maiores para tratamento, que são realizadas em casos onde há instabilidade ou deformidade da coluna lombar. Nestes pacientes, cirurgias chamadas artrodese de coluna lombar se fazem necessárias.
Esta cirurgia também pode ser realizada por método convencional ou de maneira minimamente invasiva. Geralmente possuem tempo de recuperação e estadia hospitalares maiores.


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Cuidar da lombalgia é mais do que tratar uma dor — é recuperar sua qualidade de vida. Após uma avaliação com o Dr. Altair Vargas Junior, você terá acesso a um plano de tratamento individualizado, conservador e eficaz, que respeita seu ritmo e suas necessidades.

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